quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Reumatismo


Reumatismo é o nome popular dado às doenças reumáticas, que são compostas por mais de cem doenças distintas que acometem o sistema músculo-esquelético, ou seja, ossos, articulações (“juntas”), cartilagens, músculos, fáscias, tendões e ligamentos. Além disso, essas doenças também podem comprometer diversos órgãos do corpo humano, como os rins, o coração, os pulmões e o intestino, assim como a pele.
As doenças reumáticas mais conhecidas são: osteoartrose, artrite reumatóide, osteoporose, gota, lúpus, febre reumática, fibromialgia, tendinite, bursite e diversas patologias que acometem a coluna vertebral.
Reumatismo não é uma “doença de velho”, pois pode ocorrer em qualquer idade, acometendo jovens, crianças e, inclusive, recém-nascidos.
Segundo estatísticas, 15 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de doença reumática, o que pode gerar, além do sofrimento pessoal, reflexos na vida sócio-econômica do país, uma vez que estas doenças enquadram-se entre as principais causas de incapacidade física e de afastamento temporário ou definitivo do trabalho.
Quem tem alguma doença reumática pode apresentar dor e calor nas articulações, edema (“inchaço”), rigidez matinal (dificuldade para movimentar as articulações ao acordar de manhã), fraqueza muscular e, conforme a patologia, lesões de pele, dor de cabeça, queda de cabelo, fadiga, emagrecimento e febre.
As doenças reumáticas não são contagiosas e podem ser causadas ou agravadas por fatores genéticos, traumatismos, trabalho intenso, obesidade, sedentarismo, estresse, ansiedade, depressão e alterações climáticas.
Essas doenças devem ser tratadas para que o paciente possa ter uma melhor qualidade de vida, sem dores, sem o agravamento das lesões e sem maiores disfunções e deformidades articulares, que, por vezes, podem ser definitivas.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Quadros de Depressão


A maioria das pessoas já teve a sensação de que um momento em sua vida não passou de um sonho ruim, um pesadelo. A horrível sensação de ter falhado, de que nada funciona, nada importa e que não há solução.
É necessário fazer uma diferenciação de depressão e sentimento de luto. O sentimento de luto é a tristeza ligada a uma perda de uma pessoa querida, de um trabalho, de uma situação de vida, isto é, uma reação normal a uma perda significativa na vida. A depressão é um fenômeno e uma experiência pela qual a tristeza se torna persistente, incapacitando, deteriorando a saúde, porém pode se desencadear em um processo de luto.
Uma das maiores dificuldades da abordagem terapêutica da depressão é o diagnóstico correto e a aproximação adequada a este. O primeiro passo para abordar a depressão ou qualquer outro quadro patológico é um bom diagnóstico.
Psicopatologia
O Transtorno Depressivo Maior é caracterizado por um ou mais Episódios Depressivos Maiores, sem história de Episódios Maníacos, Mistos ou Hipomaníacos. Devemos também descartar os episódios de Transtorno do Humor Induzido por Substância (devido aos efeitos fisiológicos diretos de uma droga de abuso, um medicamento ou exposição a uma toxina) ou de Transtorno do Humor Devido a uma Condição Médica Geral, um Transtorno Esquizoafetivo, nem devem estar sobrepostos a Esquizofrenia, Transtorno Esquizofreniforme, Transtorno Delirante ou Transtorno Psicótico Sem Outra Especificação.
Os quadros de Depressão se caracterizam por: um estado de desânimo e esgotamento, onde o sujeito sente-se sem ânimo para as atividades que exerce normalmente; humor deprimido; muito sono ou insônia; interesses e prazeres diminuídos; perda de peso e diminuição de apetite; agitação ou retardamento psicomotor; fadiga e falta de energia; sentimentos de culpa e inutilidade; diminuição da habilidade de pensar, concentrar ; indecisão; pensamentos de morte recorrentes.
Outra patologia ligada a Depressão é o que chamamos Distimia. A característica essencial do Transtorno Distímico é um humor cronicamente deprimido que ocorre na maior parte do dia, na maioria dos dias, por pelo menos 2 anos. Indivíduos com Transtorno Distímico descrevem seu humor como triste ou "na fossa". Em crianças, o humor pode se manifestar como irritação e com duração mínima exigida é de apenas 1 ano.
Durante os períodos de humor deprimido, pelo menos dois dos seguintes sintomas adicionais estão presentes: apetite diminuído ou hiperfagia, insônia ou hipersonia, baixa energia ou fadiga, baixa estima, fraca concentração ou dificuldade em tomar decisões e sentimentos de desesperança, baixo interesse, autocrítica aumentada, freqüentemente vendo a si mesmos como desinteressantes ou incapazes. Estes sintomas tornam-se parte presente na experiência cotidiana do indivíduo (por ex., "Sempre fui deste jeito", "É assim que sou"), eles em geral não são relatados, a menos que diretamente questionadas pelo terapeuta.
Outra categoria patológica diagnosticada como Transtorno Depressivo Sem Outra Especificação inclui transtornos com características depressivas que não satisfazem os critérios para Transtorno Depressivo Maior, Transtorno Distímico, Transtorno de Ajustamento Com Humor Deprimido ou Transtorno de Ajustamento Misto de Ansiedade e Depressão. Às vezes, os sintomas depressivos podem apresentar-se como parte de um Transtorno de Ansiedade Sem Outra Especificação.
Um dos maiores problemas do tratamento de depressão é o seu diagnóstico. Sintomas de depressão podem esconder uma outra patologia como uma Desordens Dissociativas de Identidade (DDI). A característica essencial do Transtorno Dissociativo de Identidade é a presença de duas ou mais identidades ou estados de personalidade distintos, que se alternam assumindo o controle do comportamento. Existe uma incapacidade de recordar informações pessoais importantes, cuja extensão é demasiadamente abrangente para ser explicada pelo esquecimento normal. A perturbação não se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância ou de uma condição médica geral.
Os clientes que apresentam DDI a anos sem um diagnóstico correto dentro do sistema de saúde mental, mudam de terapeuta e de medicamento, onde os sintomas tratados apresentam um pequeno ou nenhum progresso terapêutico. A DDI se caracteriza pelas seguintes desordens: depressão, instabilidade de humor, tendências suicidas, desordens de sono (insônia, terrores noturnos, sonambulismo), ataque de pânico, fobias, abuso de álcool e drogas, compulsões, rituais, sintomas psicóticos (alucinações auditivas e visuais), e  desordens de ingestão. Além disto, indivíduos com DDI podem apresentar enxaquecas, amnésias, perda da noção de tempo, transe, e experiências de estar fora do corpo. Algumas pessoas com DDI têm tendência para sentimentos persecutórios , sabotagem pessoal e violência.
Leitura Corporal
Toda pessoa deprimida, em função de  luto ou não, são atormentadas pela sensação de culpa e estão sempre se auto-repreendendo. A palavra “depressão” se origina do latim que significa subjugar, reprimir. Podemos pensar que uma pessoa deprimida esta sendo subjugada ou reprimindo algo. Fique atento a agressividades que, por estarem reprimidas levam à depressão como uma forma de evitar  responsabilidades.
Em todas as doenças psíquicas está implícito um ritual e especialmente na depressão isto se acentua. Devemos buscar o ritual inconsciente e o torná-lo consciente. Isto é o sintoma como cura, ou a prescrição do sintoma.
Devemos examinar qualquer sintoma sob vários ângulos e aspectos, esta atitude terapêutica é fundamental. Quem sofre de depressão sofre por um excesso de pressão, interna ou externa, é como se o corpo ficasse paralisado para ganhar forças para lutar. Depressão examinada sob este angulo quer dizer sinal de mudança, significa busca de saúde mental.
Existem características bem próprias do sintoma depressão que devemos olhar com bastante atenção. A maioria dos clientes deprimidos se colocam no lugar de vítima, onde tudo e todos são culpados pelo processo depressivo, inclusive o terapeuta por não conseguirmos dar conta deste sintoma. Outro ponto importante é a relação de dependência que o cliente deprimido tem com pessoas, provocando evitação social. Alguns demonstram tendências a se martirizarem ou a auto sacrifícios.
Os quadros de obesidade e dores psicossomáticas poderão estar inscritos numa depressão e o sono na depressão como uma forma de defesa e fuga.

Por Gastão Ribeiro

Dermatoses Psicossomáticas na infância


Crianças também convertem tensões emocionais em doenças. Com certa freqüência, pediatras e dermatologistas encontram manifestações cutâneas de conflitos, temores e preocupações.
Há pais que ficam surpresos, quando se afirma que a dermatose apresentada pela criança é reflexo de estados psicológicos vividos pelo paciente. Às vezes, argumentam que a criança não tem motivo de estresse, porque não lhe falta nada. Esses pais entendem que só o mundo dos adultos oferece ameaças ou motivos de pressão. É preciso lembrar, porém, que as crianças têm seu mundo mental e que são vulneráveis ao que se passa ao seu redor, porque dependem inteiramente dos adultos, não tendo como se defender. Para uma criança, as coisas que se passam com ela e os fatos que atingem os adultos dos quais dependem significam ameaças incontornáveis.

Fantasias
O mundo mental das crianças tem mais fantasias do que realidades. Se a criança recebe estímulos que geram fantasias ameaçadoras, cria medos infundados, mas que funcionam como realidade para elas. Recorde-se que o cérebro não analisa as imagens mentais; todas são por ele tomadas como realidade. É o caso do bicho papão, história utilizada para tornar a criança "boazinha", a qual passa a funcionar como uma censura interna para qualquer desobediência. Outras histórias assustadoras, bem como ameaças, tratamentos ríspidos, apelidos humilhantes, exigências descabidas, atribuição de deveres que cabem a adultos vão criando temores, insegurança e inibições e, conseqüentemente, estresse.

Contato físico
Aspecto importante é a falta de contato físico, que, durante algumas gerações, foi ensinada de pais para filhos com a finalidade de não deixar a criança manhosa. Ainda hoje há quem acredite nisso. Na verdade, essa atitude gera insegurança, porque a necessidade de contato faz parte da natureza humana e é essencial na infância.
Também o afastamento muito precoce da mãe, por motivo de trabalho, e a colocação da criança numa creche logo aos quatro meses de idade é uma situação da qual a criança se ressente, pois ela precisa da presença da mãe para saber que tem controle da situação, para ter certeza de que, quando necessitar, a mãe estará ali para atendê-la. Além disso, sempre que a mãe se afasta a criança não sabe quando ela voltará ou se voltará. Sua sensação é de abandono. Tudo isso cria estresse.

Família
Presenciar desajustes familiares, como discussões e brigas entre os pais ou outros familiares, viver em ambiente de desavença doméstica e a presença de pai alcoólatra, que é uma desgraça em qualquer família, produz sensação de incerteza e insegurança, que mantém o organismo da criança sob estresse constante.

Fatores externos
Problemas externos, como falta de ambientação na escola maternal ou no jardim de infância, situações extremas, como assistir a um assalto à família ou a violência em casa, são outros elementos causadores de estresse.
Na atualidade, quando as crianças são submetidas a uma tremenda carga horária de televisão, os desenhos infantis, que são ricos em cenas de agressividade e maldades, além de figuras horrorosas e de monstros, constituem uma fonte de medo noturno e tensão.
A troca de escola, por ocasião de mudança da família, também pode gerar insatisfação, tristeza pela perda de um ambiente ao qual a criança estava acostumada e constrangimento por colegas inamistosos. Todos são fatores de estresse.
Qualquer que seja a origem da tensão a criança não tem recursos para se adaptar facilmente. A depender de sua habilidade, e também do trauma gerado pelo fato, a criança pode desenvolver sintomas psicossomáticos. No Japão, onde a educação é muito rígida e as crianças são impiedosamente exigidas na escola, tem sido observado um aumento de casos de gastrite e úlcera péptica em pequenos pacientes.
É preciso não esquecer as manipulações por meio de vergonha e culpa e, ainda, a ameaça de a criança perder o amor dos pais, se não agir da maneira prescrita. Isso leva a uma pressão muito grande e obriga a criança a estar o tempo todo tentando adivinhar o que os pais querem que ela faça para continuarem a amá-la.
Outra fonte de estresse é a perda de algum familiar pelo qual a criança tenha grande afeição. A tristeza que se segue ou a confusão mental criada pela ausência da pessoa sem que a criança saiba para onde foi geram uma tensão, que se prolonga por muito tempo.
Enfim, razões para estresse a criança tem em abundância e não possui meios para enfrentá-lo. Em conseqüência disso, muitos quadros clínicos infantis estão relacionados com situações emocionais vividas pela criança.

Manifestações cutâneas
Na pele, as manifestações mais comuns atingem o couro cabeludo, o pigmento cutâneo, unhas e peles hipersensíveis.
No couro cabeludo são freqüentes quedas de cabelo localizadas, que formam áreas círculares lisas, desprovidas de folículos pilosos. É um quadro chamado pelada ou alopecia areata. Não há demonstração científica de que esta alteração é diretamente provocada pelo estresse, mas há freqüente coincidência da instalação de pelada com fases de estresse intenso. Isso leva à suposição de que haja uma correlação direta entre um fato e outro.
Também no couro cabeludo há um distúrbio curioso, que é o arrancamento de cabelos ou tricotilomania. A diferença para a pelada é que nesta alteração as áreas em que os cabelos foram arrancados são irregulares ou têm um desenho caprichoso e possuem cabelos normais, que ainda não foram arrancados. Surge de um tique nervoso, que a criança desenvolve, de puxar os cabelos por motivo da tensão. As sobrancelhas e os cílios também são arrancados, muitas vezes isoladamente.
O pigmento da pele, a melanina, é afetado em muitas crianças, que desenvolvem o quadro do vitiligo. Nem sempre existe estresse por trás do vitiligo, de modo que não se justifica a atitude de encaminhar toda criança com esta doença para psicoterapia. Entretanto, quando o estresse tem papel relevante, um terapeuta deve fazer parte do tratamento instituído.
As unhas são o tecido mais comumente agredido. É muito grande o número de crianças que aprende a desviar suas tensões para as unhas e cria o hábito de roê-las. Isso pode se transformar em verdadeira compulsão, que só a custa de muito esforço ou de psicoterapia será resolvido.
As peles hipersensíveis ou alérgicas sofrem uma influência imediata e intensa dos estados de tensão vividos pela criança. Um paciente com dermatite atópica ou sujeito a crises de urticária terá sua condição agravada e crises serão desencadeadas por influência de tensões emocionais. É muito difícil evitar a agudização dos processos, porque algumas crianças recebem, muitas vezes, a carga das tensões familiares; são o pára-raios da família, e, não tendo como resolver os problemas da família, desviam a pressão para seu próprio organismo. Uma pele hipersensível é o órgão de choque para descarregar essas tensões.
Outras manifestações ocorrem, dependendo da reação momentânea da criança. É, pois, importante levar em consideração o estado emocional da criança para evitar doenças psicossomáticas e para aliviar a carga que as emoções podem acrescentar a doenças existentes.

Colaboração: Dr. Roberto Azambuja - Dermatologista

Relaxamento e indução ao transe


   O relaxamento é uma técnica bastante antiga e já era praticada há mais de dois mil anos pelos iogues para aliviar corpo e mente das tensões do dia-a-dia e, desta forma, permitir que o espírito (mente) alcance a iluminação (conhecimento, sabedoria, felicidade). 

No século XVIII, o farmacêutico francês Emile Coué - um entusiasta das técnicas hipnóticas - descobriu que não era necessário "hipnotizar" um paciente para induzi-lo a reagir desta ou daquela forma. Bastava "relaxar" o paciente e "fazer a sugestão", com voz firme, decidida, para obter o mesmo resultado. 
Mais recentemente, o pesquisador búlgaro Georgi Lozanov também "recuperou" a velha técnica iogue de relaxamento para levar seus alunos ao "estado de vigília relaxada", ideal para a aprendizagem. A técnica desenvolvida por Lozanov foi denominada Sugestopedia e, de certa forma, segue o que Coué já havia descrito cem anos atrás. Cabe registrar que, através da Sugestopedia, os alunos de Lozanov conseguiam aprender uma língua estrangeira em poucos dias. Fantástico, não é mesmo? 
O princípio da hipnose é bastante elementar e consiste basicamente na seguinte tese: "se você memoriza, você aprende; se você aprende, você reproduz; se você APRENDE BEM, é capaz de reproduzir AUTOMATICAMENTE". 
Ora, se aprendemos melhor (e isto está cientificamente provado) quando estamos no "estado de vigília relaxada" (com o cérebro operando na faixa de 8 a 12 ciclos por segundo), e se as técnicas de relaxamento fazem abaixar as ondas cerebrais para este nível, nada melhor do que "relaxar para aprender". 
Ocorre, por outro lado, que o nosso processo de aprendizagem não se limita só a informações lógicas e concretas. Somos também capazes de aprender princípios éticos, morais, regras de conduta, novos hábitos etc. Tudo isto é aprendizagem e, portanto, todas estas "informações" podem ser conduzidas ao inconsciente da pessoa em estado de relaxamento. 
Hoje em dia sabemos, através de pesquisas, que o ser humano é capaz de memorizar:



  • 10% do que lê 
  • 20% do que ouve 
  • 30% do que vê 
  • 80% do que se pratica 
  • 95% do que diz de si mesmo

DISFUNÇÃO SEXUAL FEMININA (FRIGIDEZ)



Frigidez é a alteração da função sexual com ausência de desejo, apresentando ausência ou diminuição de resposta orgânica à excitação (lubrificação vaginal, relaxamento da musculatura, etc).
A mulher não apresenta desejo em ter relacionamento sexual, não procura o parceiro e quando procurada evita o contato sexual.
A paciente com frigidez relata medo ou mesmo repulsa a situação de relação sexual. Esta situação pode apresentar-se de várias formas:
- Não lubrificar durante a relação sexual;
- Ausência do desejo de ter atividade sexual;
- Algumas mulheres experimentam repulsa a estímulos sexuais, mesmo beijos e toques.
A intensidade da reação pode variar desde falta de prazer, até um extremo sofrimento psicológico em ter que consumar o ato.

CAUSAS DA FRIGIDEZ

ORIGENS ORGÂNICAS DA FRIGIDEZ:

- Dispa reunias (dor na relação sexual);
- Alterações hormonais;
- Debilidade física ou doenças em geral que a debilitem;
- Etc.

ORIGEM PSICOGÊNICA DA FRIGIDEZ:

- Religião;
- Tabus;
- Violência sexual anterior (como estupro);
- Educação sexual rígida;
- Idade avançada;
- Stress;
- Relacionamentos desgastados, (casamentos onde não mais existe amor e a mulher, sendo mais sentimental, não consegue se relacionar sem sentimento);
- Etc.
Com a hipnose consegue-se retirar o trauma localizado no inconsciente, causando a frigidez

EJACULAÇÃO PRECOCE



Não existe um consenso sobre a definição mais adequada para ejaculação precoce (EP). Considero mais adequado dizer que ejaculação precoce é a falta da capacidade do homem em conseguir conter a ejaculação por mais de três minutos após o início da penetração.
A ejaculação precoce é um problema sexual muito comum, afetando de 10 a 30% dos homens. É provável que esses valores sejam maiores, pois a maioria dos homens, por incrível que pareça, tem vergonha em reconhecer sua ejaculação rápida e procurar ajuda adequada. Esta vergonha infundada só dificulta o tratamento da ejaculação precoce, pois quanto antes o paciente procurasse ajuda, mais rápido seria o tratamento.
Ejaculação precoce produz a insatisfação sexual crônica no casal, principalmente quando o homem, se recusa a reconhecer o problema, cedendo mais ao seu orgulho do que ao interesse do casal.

CAUSAS DA EJACULAÇÃO PRECOCE / EJACULAÇÃO RÁPIDA:

- Ejaculação rápida / precoce devido preocupação em excesso com o próprio desempenho sexual;
- Ejaculação rápida / precoce devido ansiedade excessiva;
- Ejaculação rápida / precoce devido auto exigência elevada;
- Ejaculação rápida / precoce devido auto estima baixa;
- Ejaculação rápida / precoce devido não se importar o suficiente com a parceira;
- Etc.
Apesar da ejaculação precoce acometer um grande número de homens, a maioria não procura ajuda profissional por variados motivos, sendo que o principal é a descrença no tratamento ou por pensar que o tratamento da ejaculação precoce seja muito complicado.
A hipnose é usada no paciente com ejaculação precoce para reprogramar seu inconsciente, no sentido de conseguir ficar o tempo necessário para o prazer mútuo no ato sexual.
Resumidamente, o tratamento da ejaculação precoce consiste em:
- Diminuir a ansiedade;
- Diminuir a urgência de ejacular.
- Diminuir a sensibilidade exagerada da glande.
Tudo isso sem diminuir o prazer do ato sexual.

DISFUNÇÃO ERÉTIL - IMPOTÊNCIA SEXUAL MASCULINA



Disfunção erétil ou impotência sexual masculina é a incapacidade de manter ereção com rigidez suficiente para a penetração ou em manter a rigidez pelo tempo necessário para manter a relação sexual prazerosa.
Não é um problema tão grave quanto parece, pois quando a impotência sexual masculina é tratada adequadamente pode-se voltar a sentir a felicidade deste prazer natural e divino.
Para entender a causa da impotência sexual masculina é importante saber como o pênis fica ereto:
O pênis começa a intumescer quando o cérebro, por estímulos eróticos (cheiro, som, visão, toque ou memória), inicia todo o mecanismo de ereção: uma série de reações nos nervos, vasos e músculos, corpos cavernosos enchendo-se de sangue e o pênis tornando-se rígido, as veias internas são comprimidas para evitar a saída de sangue, culminando com a ereção. A testosterona controlando toda reação.
Qualquer falha em todo este mecanismo pode resultar na disfunção erétil (impotência sexual  masculina). A libido (vontade para o sexo) é o principal fator para desencadear todo este processo e cada indivíduo tem a sua libido própria.

CAUSAS DA IMPOTÊNCIA SEXUAL (DISFUNÇÃO ERÉTIL):

1) CAUSAS ORGÂNICAS DA IMPOTÊNCIA SEXUAL MASCULINA (DISFUNÇÃO ERÉTIL):
- Diabetes não controlada, causa  impotência sexual  masculina, através de alteração nas paredes das artérias;
- Hipertensão arterial (leia mais sobre hipertensão arterial) causa impotência sexual masculina através de alterações em vasos sanguíneos;
- Doenças vasculares causando impotência sexual masculina pelo mesmo motivo acima;
- Traumas na medula espinhal podem levar a impotência sexual masculina, devido a lesões em nervos que chegam a genitália;
- Cirurgia de próstata sem preservar os nervos da ereção; (calma, muitas das cirurgias não afetam estes nervos deixando o paciente livre da impotência sexual masculina)
- Problemas endócrinos ou neurológicos podem causar impotência sexual masculina;
- Arteriosclerose alteram paredes de artérias, podendo causar impotência masculina sexual;
- Etc.
2)CAUSAS PSICOGÊNICAS DA IMPOTÊNCIA SEXUAL MASCULINA (DISFUNÇÃO ERÉTIL):
- Impotência sexual masculina por Stress (estresse);
- Impotência sexual masculina por problemas no relacionamento com a companheira;
- Sentir medo, infundado, de ficar impotente após cirurgia da próstata. Apesar de, felizmente, os nervos da ereção terem sido preservados,;
- impotência sexual  masculina por desvios sexuais;
- impotência sexual  masculina por medo de falhar;
- impotência sexual  masculina devido a depressão;
- Vários outros motivos de impotência masculina sexual.
3) CAUSA MISTA DA IMPOTÊNCIA SEXUAL MASCULINA (DISFUNÇÃO ERÉTIL):
Existem situações que a impotência sexual masculina é a soma de causas orgânicas e psicogênicas.
A maioria dos homens já experimentou um situação de disfunção erétil (impotência sexual masculina), devido estar passando por um momento estressante, abuso de álcool ou medo de falhar com determinada mulher que conheceu recentemente. Estas impotências ocasionais são normais. O problema só existe quando esta disfunção erétil persistir.
A ereção sexual masculina é como uma grande máquina que possui muitas engrenagens, uma falha qualquer neste sistema acarreta na impotência sexual (disfunção erétil).
Com a hipnose fazemos com que o inconsciente trabalhe adequadamente, deixando todo o conjunto funcionar naturalmente perfeito. Um exemplo bem clássico seria de paciente que desenvolveu impotência masculina após cirurgia da próstata, sem rompimento dos nervos da ereção.
Anatomicamente ele está apto para a ereção, porém o medo da impotência sexual faz com que ele fique realmente impotente. Ou seja, seu inconsciente criou o problema. Com a hipnose consegue-se reverter esta situação. Este é apenas um exemplo, existem infinitas situações  em que o inconsciente cria a impotência sexual.